Laudo e Vistoria Estrutural
Resposta objetiva sobre a gravidade do problema. O cliente descobre se a fissura compromete a estrutura, se o uso pode continuar e qual o prazo para intervir, com base em cálculo de capacidade residual e não em opinião visual.
Custo muito menor que refazer. Reforçar costuma custar uma fração da demolição e reconstrução, e o projeto mostra com clareza quando reforçar compensa e quando não compensa.
Correção que não volta. Identificar a causa antes de definir a técnica evita o gasto repetido de tratar sintoma, que é o que acontece quando se sela fissura sem saber a origem.
Imóvel liberado para novo uso. Mudança de uso, equipamento pesado, pavimento adicional ou supressão de pilar passam a ser viáveis sem demolição.
Preservação do valor do imóvel. Estrutura com patologia documentada e não tratada derruba avaliação e trava venda, financiamento e seguro. Estrutura recuperada com laudo e ART recupera esse valor.
Redução do risco de acidente e da responsabilidade do síndico ou proprietário. Marquise, varanda e pilar de garagem com corrosão avançada são risco real, e omissão diante de problema conhecido gera responsabilidade civil.
Especificação sem viés comercial. Como a GS não vende fibra de carbono, graute nem serviço de execução, a técnica indicada é a que resolve pelo menor custo, não a que dá margem ao fornecedor.
Execução previsível. Sequência executiva definida, com escoramento e alívio de carga, evita a situação comum em que a peça é reforçada mas continua sobrecarregada porque a carga nunca foi transferida.
Documentação formal com ART, atendendo exigência de seguradora, assembleia de condomínio, órgão fiscalizador ou processo de compra e venda.